O capitalismo tornou a identidade gay possível. Agora precisamos destruí-lo

Entrevista de John D’Emilio por Meagan Day.

A identidade gay tornou-se viável graças à face emancipatória do capitalismo: a libertação do indivíduo da estrutura familiar. Mas essa liberdade sexual não foi automática — precisou de décadas de luta militante. Hoje, precisamos de mais enfrentamentos para combater os aspectos opressivos do capitalismo, que impedem que homossexuais e heterossexuais vivam vidas totalmente livres.

Pela greve geral do primeiro de maio!

Coletivo LGBT Comunista – RS Bolsonaro ri dos mortos enquanto o mercado lucra. Bolsonaro serve à burguesia brasileira, que também ri dos mortos, enquanto planeja a manutenção da “ordem natural das coisas”: eles, os patrões, os ricos, e seus representantes políticos, se protegem em suas casas, com suas heranças, rendas e lucros, enquanto a classe…

Movimento LGBT: da luta antissistêmica à institucionalidade

Coletivo LGBT Comunista – SP O primeiro movimento organizado em defesa dos direitos LGBTs no Brasil surgiu em São Paulo no final dos anos de 1970 com o SOMOS: Grupo de Afirmação Homossexual. Ele emergiu durante a ditadura empresarial-militar, em um momento marcado pela censura, pela violência e pelos “guetos”, locais de sociabilidade para gays…

Movimento lésbico no Brasil: um breve resgate

Coletivo LGBT Comunista – SP Agosto é o mês da Visibilidade Lésbica. Comemora-se especialmente o dia 29, data marcada pelo Primeiro Seminário Nacional de Lésbicas (SENALE). Sabemos que historicamente os movimentos lésbicos precisaram lutar por independência e autonomia a fim de conseguir dar os devidos destaques às demandas que tocam essas mulheres em especial. A…

O golpe na Bolívia e a questão LGBT

Coletivo LGBT Comunista – SP Após um ano do golpe dado no ex-presidente boliviano Evo Morales pela extrema-direita latinoamericana, com a ajuda dos EUA, lançamos o texto abaixo, discutindo a questão com profundidade, dando destaques para o impacto de mais uma atuação do imperialismo no nosso continente para a sua população LGBT e a importância…

Racismo, LGBTfobia e a armadilha da identidade

Coletivo LGBT Comunista – SP A década de 1980 constitui um marco histórico para o movimento dos trabalhadores no Brasil. Com o fim da ditadura empresarial-militar, a consequente abertura democrática e o processo de queda do bloco soviético, é observado o fomento de um tipo diferente de organização política no seio social: ferramentas tradicionais de…

Cuba: Direitos sexuais e emancipação

O texto que segue foi escrito por Mariela Castro Espín, diretora do Centro Nacional Educação Sexual (CENESEX), em Cuba, para a XIII edição das Jornadas Cubanas contra a Homofobia e a Transfobia (2020). Trata-se de um balanço sobre a experiência cubana e a forma como lideram com as questões relativas aos direitos sexuais e de…

Repúdio ao assassinato de Keron Ravach

Coordenação Nacional do Coletivo LGBT Comunista O dia 29 deste mês é marcado pelo Dia Nacional da Visibilidade Trans e Travesti. No dia 28, Keron Ravach completaria 14 anos. Mas, em 4 de janeiro, ela foi brutalmente assassinada em Camocim, no Ceará. Conforme reportado pela ANTRA (Associação Nacional de Travestis e Transexuais), Keron foi a…

SUS: Superar a mercantilização

Coletivo LGBT Comunista – SP Em uma suposta reação à vigência de um sistema público de saúde no Brasil, cujo acesso foi inegavelmente ampliado e melhorado desde a criação do SUS, presenciamos cotidianamente o seu desmonte nos últimos anos. Na maior ou menor esfera do Poder Executivo e no Legislativo, sempre sob o mantra da…